quarta-feira, 26 de junho de 2013

A missão dos educadores

      A missão dos educadores é preparar as novas gerações para o mundo em que terão que viver. Isso que dizer proporcionar-lhes o ensino necessário para que adquiram as destrezas e habilidades que vão necessitar
para seu desempenho, com comodidade e eficiência, no seio da sociedade que enfrentarão ao concluir       a  sua escolaridade.
                                 Santaló, Luis A. Matemática para matemáticos.

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Plano de aula grupo 5 módulo 3



PLANO DE AULA

Componente curricular: matemática
8º. ano / 7ª. série do ensino fundamental II
Tempo previsto: quinze aulas

Objetivo geral: Desenvolver nos alunos o raciocínio e cálculos sobre números racionais.
Objetivos específicos:
. Compreender o funcionamento de sistemas decimais e não decimais de numeração e realizar cálculos simples;
. Compreender o significado das frações na representação de medidas não inteiras e da equivalência de frações;
. Saber realizar operações com frações, compreendendo o significado das operações realizadas;
. Compreender as condições que fazem com que uma razão entre inteiros possa se expressar por meio de dízimas periódicas, e saber calcular a geratriz de uma dízima;
. Compreender o uso de frações e decimais em situações cotidianas.
Justificativa: Desenvolver nos alunos as competências e habilidades necessárias para compreensão dos números racionais, a saber:
Competência: grupo III
Habilidades:
H01 – Reconhecer as diferentes representações de um número racional;
H02 – Identificar fração como representação que pode estar associada a diferentes significados;
H03 – Reconhecer as representações decimais dos números racionais como uma extensão do sistema de numeração decimal, identificando a existência de ordens, como décimos, centésimos e milésimos;
H08 – Compreender a relação entre as representações fracionária e decimal de um número;
H10 – Efetuar cálculos que envolvam operações com números racionais (adição, subtração, multiplicação, divisão, potenciação e radiciação);
H15 – Resolver problemas com números racionais que envolvam as seis operações;
Conteúdo: Números racionais:
. Representação fracionária e decimal;
. Operações com decimais e frações;
. Transformação de decimais finitos em frações e decimais;
. Dízimas periódicas e fração geratriz.
Conhecimentos prévios:
. Sistema de numeração;
. Números inteiros;
. Operações com números inteiros (adição, subtração, multiplicação, divisão, potência e radiciação).
Estratégias: introdução com histórias das frações, leitura e interpretação de texto, narrativa para resolução de situação problema, discussão em grupo, explicação da teoria, exercícios de fixação, exercícios para resolução de situações problemas.
Procedimentos metodológicos:
História das frações:
. “O desafio dos camelos”, do livro O homem que calculava, de Malba Tahan, pg.21, ou através do vídeo http://www.youtube.com/watch?v=M4CvnsO5YD4
Descrição da atividade em grupo:
Ao assistir o vídeo (ou ler o texto) do desafio dos camelos, os alunos serão orientados a usar de pré-requisitos para solucionar. Os grupos deverão propor uma solução para a situação e expor em um cartaz. Após discussão, pedir que se faça uma conclusão operacional para resolver a situação. O professor, então, apresenta a solução do problema. Para avaliação, pedir para os alunos reescreverem a história dos camelos, narrando com suas palavras, e finalizando com a solução aprendida.
Recursos materiais e tecnológicos:
Livros didáticos:
. Matemática na medida certa, Centurion, Ed.Scipione
. Vontade de saber matemática, Joamir Souza, Ed. FTD
. A conquista da matemática, Giovanni, ed. FTD
Projetor multimídia (Datashow);
Cartolina e canetão;
Calculadora e internet.
Avaliação: avaliações escritas, participação, caderno, trabalhos em grupo, solução dos jogos por escrito.
Recuperação: uso de vídeos aulas e jogos:
. Vídeo aula: Prof.Marcelo Correia: 
“www.youtube.com/watch?v=czaiwCW0kY4”;
. Site “Somatematica.com.br”: jogo de tabuada “bicharada”; jogo de operações básicas “numfun” e “MaTris”; jogo de frações “jamitfractions”;
. Site “Revistaescola.abril.com.br/números-racionais/”: jogo “O enigma das frações”; Vídeos aulas 1 e 2.

domingo, 16 de junho de 2013

ACESSANDO TECNOLOGIAS

O recurso digital pode ser baixado gratuitamente no endereço eletrônico <http://pt-br.libreoffice.org>.
Utilizando a planilha eletrônica, o aluno poderá calcular o mínimo múltiplo comum (mmc) e o máximo divisor comum (mdc) de dois ou mais números, possibilitando a percepção de padrões e propriedades relacionadas a esses conceitos, mesmo que de maneira intuitiva.

Jogo das frações equivalentes

JOGO DAS FRAÇÕES EQUIVALENTES

Este jogo pode ser disputado por dois ou três participantes e tem por objetivo exercitar a compreensão dos alunos acerca das frações equivalentes.
Peça aos alunos que produzam 20 fichas de mesmo tamanho e, em 10 delas, escrevam as seguintes frações: 1/5; 2/7; 3/8; 1/2; 5/3; 4/9; 3/2; 5/8; 1/4 e 3/7
Nas outras 10 fichas, peça-lhes que escrevam uma fração equivalente para cada uma das frações escritas anteriormente, de maneira que formem pares de frações equivalentes.

REGRAS
- Para iniciar o jogo, peça aos alunos que embaralhem as fichas e as organizem em 5 fileiras com 4 fichas cada. Todas as fichas devem ficar com as frações voltadas para cima por alguns segundos para que eles possam observá-las e, depois, devem ser viradas de forma que não seja possível observar as frações que foram escritas em cada ficha.
- Após escolherem quem inicia o jogo, o aluno vira duas fichas. Caso as frações contidas nessas fichas sejam equivalentes, ele as retira e joga novamente, virando outras duas fichas. Se as fichas não possuem frações equivalentes, o aluno deve deixá-las no mesmo local, com as frações voltadas para baixo, e passar a vez para o outro participante.
- Quando todas as fichas forem retiradas o jogo termina e vence o participante com maior número de fichas.

O Teorema de Pitágoras cantado

quinta-feira, 13 de junho de 2013

sábado, 8 de junho de 2013

Ser professor

Ser professor

Falar da docência é falar das várias profissões que transpõem e se sobrepõem a esta.
Enquanto professores...
Somos mágicos, ao fazermos malabares com diversas situações que atingem nossa imagem e a vida pessoal.
Somos atores, somos atrizes, que interpretam a vida como ela é, sentimos e transmitimos emoções ao conviver com tantas performances.
Somos médicos, ao receber crianças adoentadas pela miséria, pela falta de tempo da família, pela carência de tempo de viver própria infância.
Somos psicólogos, ao ouvir as lamentações advindas de uma realidade dura, que quase sempre nos impede de agir diante do pouco a fazer.
Somos faxineiros, ao tentarmos lavar a alma dos pequenos, das mazelas que machucam estes seres tão frágeis e tão heroicos ao mesmo tempo.
Somo arquitetos, ao tentarmos construir conhecimentos, que nem sabemos se precisos, que nem sabemos se adequados.
É só parar para pensar que talvez seja possível encontrar em cada profissão existente um traço de nós professores. Contudo, ser professor, ser professora é ser único, pois a docência está em tudo, passa por todos, é a profissão mais difícil, mas a mais necessária.
Ser professor é ser essência, não sabemos as respostas.
Estamos sempre tentando, às vezes acertamos, outras erramos, sempre mediamos.
Ser professor é ser emoção, cada dia um desafio, cada aluno uma lição, cada plano um crescimento.
Ser professor é perseverar, pois, diante a tantas lamúrias "não sei o que aqui faço, por que aqui fico?" Fica a certeza de que...
Educar parece latente, é obstinação.
Ser professor é peculiar, pulsa firme em nossas veias.
Professor ama e odeia seu oficio de ensinar, ofício que arde e queima.
Parece mágica, ou mesmo feitiço.
Na verdade, não larga essa luta que é de muitos.
O segredo está em seus alunos, na sala de aula, na alegria de ensinar a realização que vem da alma e não se pode explicar.
Não basta ser bom... Tem que gostar.


Soraia Aparecida de Oliveira
Professora do Ensino Fundamental
Escola Municipal Nilza de Lima Sales, Brumadinho, MG
Artigo publicado na edição nº 350, setembro de 2004, página 21, jornal Mundo Jovem




sexta-feira, 7 de junho de 2013

Estudante ensina matemática pela internet

http://educacao.uol.com.br/noticias/2013/05/04/estudante-ensina-matematica-pela-internet-tire-duvidas-mais-comuns.htm

Calcule Mais é um site especializado em um único assunto: matemática. São mais de 760 videoaulas gratuitas, dirigidas aos candidatos que prestam concursos públicos e vestibulares ou querem pontuar bem no Enem (Exame Nacional do Ensino Médio). 
Idealizado por um jovem de 22 anos, Vandeir Vioti dos Santos, o material online teria chamado a atenção até do MEC (Ministério da Educação). O estudante contou que o órgão o procurou para adicionar as videoaulas de matemática ao conteúdo do BIOE (Banco Internacional de Objetos Educacionais) e do Portal do Professor
Vandeir é formado em tecnologia de automação industrial. Ele também está no último ano de engenharia elétrica e no penúltimo ano de licenciatura em matemática em outra instituição.
A ideia do site surgiu quando o universitário descobriu o educador Salman Khan, mundialmente conhecido por conta de suas videoaulas de matemática e ciência. 
As questões são retiradas de provas do Enem, de concursos públicos e de livros do ensino fundamental, médio e superior. Depois de selecionadas, elas viram apresentações em vídeos com a ajuda de uma mesa de edição digitalizada.

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Fórum sobre leitura e escrita módulo 2

FÓRUM SOBRE LEITURA E ESCRITA
Depoimento de Ângela Oliveira Maciel:
 Ouvindo os depoimentos, me fez lembrar-se de uma das minhas leituras favoritas, na época, (coleção Vaga lume) no qual no início era simplesmente porque tinha que ler para tirar nota na prova de língua portuguesa, depois gostei tanto que minha nota foi dez em um dos primeiros livros em que li, ficando saltitante de felicidade pela nota alcançada. Tinha por volta dos onze anos na quinta série hoje sexto ano, minha professora solicitou que cada turma fizessem a leitura de um livro da coleção Vaga lume, o meu foi “O Caso da Borboleta Atíria” de Lúcia Machado de Almeida, devorei aquele livro em instante e aí o motivo no qual pude ter uma ótima e merecida nota.
Algo em que achei interessante em comum nos depoimentos é que tanto o cantor Gabriel O pensador, no qual gosto muito, quanto Gilberto Gil destaca as avós como  pessoa importante para o início da leitura/escrita. Mostrando mais uma vez que não é somente na escola o início da leitura/escrita, que é em casa em que damos os primeiros passos e que a família é sempre a base e onde temos os maiores exemplos e referencias. Já com a declaração de Clair Regina mostra que nunca é tarde para começar, que aos oitenta anos irá se aposentar para se dedicar a poesia.

Depoimento de Estela Maria Proença Ribeiro:
Eu aprendi a ler e escrever ao ver minha mãe ensinando meu irmão mais velho. Eu tinha quatro anos. Naquela época não podia entrar na escola antes dos sete anos, portanto, pra mim o 1º. ano foi um tédio, porque eu já sabia tudo. Minha professora me usava como assistente, pra me entreter.
Eu lembro que, quando aprendi a ler, eu lia tudo que via: anúncios, placas, “outdoors”. Meus pais também gostavam de ler e acho isso importante como incentivo. Eles compravam gibis e histórias de contos de fadas. Eu adorava folhear as enciclopédias. Quando cresci mais um pouco, eu lia romances e fotonovelas, compradas na banca de jornais. Só quando eu comecei a trabalhar que pude comprar um livro de capa dura! Quando eu entrava numa livraria ou numa biblioteca ficava deliciada, como uma criança em loja de doces.
Hoje eu tenho minha biblioteca particular e parei um pouco de comprar livros por falta de espaço. Ainda frequento a biblioteca pública. Minhas filhas aprenderam comigo a amar os livros e elas também já iniciaram suas coleções pessoais.
No computador e celular, eu faço questão de escrever usando a linguagem culta, ao invés do “internetês” que os jovens usam.
Eu acho a leitura muito importante, pois ajuda a usar corretamente a gramática, incentiva a criatividade, aumenta o vocabulário corrente, e estimula a inteligência. Além disto, você pode viajar e conhecer outras culturas e experiências sem sair de casa.
Eu também gosto de ler e viajar através das histórias. Um livro que li e que recomendo chama-se "As Batalhas do Castelo" de Domingos Pellegrini. É um livro infanto-juvenil, portanto, de leitura mais simples. Divertido e traz uma bela lição, de fazermos o bem, sem julgar. Você acha na biblioteca pública, para emprestar.
Parece que todos concordamos que ler nos dá a possibilidade de conhecer outras culturas. Eu acho muito importante para saber de nosso "mundinho" e saber quais são os costumes de outros povos, outras religiões, outros costumes. Eu sempre fui muito curiosa e a leitura preenche essa necessidade. Também gosto de ler livros didáticos de português e história. Acho que nunca a gente vai saber tudo, sempre tem algo para aprender. Como é emocionante ver a criatividade do ser humano!
É interessante pensar que a palavra escrita, mesmo de romances, mostra um pouco do momento histórico que o autor está vivendo. Livros como "A Moreninha", que se passa na época da corte no Rio de Janeiro, apesar da linguagem rebuscada, o livro é muito inocente. Em compensação, o livro "Capitães de Areia", do Jorge Amado, mostra uma realidade cruel dos meninos de rua, mas, apesar disto, o protagonista ainda tem um pouco da fantasia de uma criança.
Eu também conheci uma pessoa que não sabia ler/escrever e conversando com ela, percebi que o analfabeto vive às margens da sociedade. Não apenas não desfruta das delícias da leitura, como não consegue nem sobreviver direito, principalmente em grandes cidades como São Paulo. E é isso que nossos jovens não compreendem: vivem num mundo à parte e hoje isto lhes bastam, mas não será assim para sempre. Um dia se tornarão adultos, com todas as responsabilidades oriundas, e a pouca instrução que eles têm vai dificultar muito suas conquistas. Será que temos como convencê-los a mudar sua postura?
Eu também adorei conhecer a coleção Vagalume! O primeiro título que me deram para ler na escola, desta coleção, foi O Escaravelho do Diabo. Foi o primeiro livro interessante, até então os títulos eram muito desestimulador, como O Diário de Anne Frank e Vidas Secas. Tudo bem que são livros clássicos, mas para uma adolescente de seus 12 anos, é muito triste. Ainda bem que hoje os professores tem mais liberdade para escolher os títulos de leitura obrigatória. Acho que é preciso dar uma leitura mais agradável de início, para que os jovens criem amor pela leitura. Quando eles estiverem no ensino médio, sim, ler os livros clássicos, mesmo porque eles vão precisar para o vestibular.
Eu também adorava esta história “Os músicos de Bremem”. A Editora Abril fez um disco compacto contando esta história, com música, e vendia na banca de jornais. Ficou ainda melhor! É interessante esta iniciativa da Editora Abril, porque vinha o disco e o livro para acompanhar a história. Isso incentivava as crianças a aprender e a imaginar.

Depoimento de Monásia Maria Felix da Silva Santos:
Eu gosto muito de ler, o gosto da leitura veio do meu pai que gostava muito de ler, deste criança mesmo trabalhando o dia todo na agricultura a noite ele sentava no banco a luz  de um candeeiro para ler os velhos faroeste. Hoje eu tenho esse hábito de ler a noite e os meus dois filhos também gostam de ler.
 O que me deixa triste é ver que os nossos alunos não gostam de ler, eu falo para eles que a leitura é uma forma de conhecermos o mundo. As vezes eu falo para os colegas que o desinteresse pela leitura é tanto  que não os vejo nem  lendo aquelas revistas capricho que sempre vamos as meninas com uma na mão.
Também gosto muito de ler e gostei muito do O caso da Borboleta Atira.
Você não sabe a minha felicidade quando o meu filho me pediu de presente de natal um livro "Diário de um banana" Minha filha pede livros de presente para as tias, isso me deixa muito feliz.

Depoimento de Olímpio Pereira Montalvão Júnior:
As leituras que marcaram a minha vida aconteceram na escola no Ensino Fundamental e Médio. Lá éramos obrigados a ler alguns livros propostos e depois, o Professor fazia chamada oral, eu passava os fins de semana lendo as coleções Vaga Lume e no Ensino Médio, ainda me lembro de um título para a prova: Clara dos Anjos de Lima Barreto. Mais tarde só retornei a leitura já na Pós graduação, lá tínhamos que ler vários livros, artigos e entregar relatório após  cada aula durante 5 semestres.
De que adianta toda tecnologia se o aluno não escreve nada.

Depoimento de Solange Nunes Ventura:
O depoimento que mais me tocou, me emocionou, foi do pintor Newton Mesquita, pois voltei a minha infância nos confins de Minas Gerais quando ainda não havia internet e agente não tinha noção do que acontecia no mundo. Eu viajava nas histórias que lia, ia a diversos lugares do mundo somente através da leitura. Uma história que li por diversas vezes e nunca mais me esqueci foi ‘’Os músicos de Bremen ‘’. Nossa aquela história era fantástica!
Realmente acho que é um ''problemão'' hoje, pois o aluno se acostuma a escrever como ele escreve no bate papo com o colega e na sala de aula ele age da mesma forma, fazendo o que está acostumado no dia a dia e o que ele acha mais ''prático''.
Costumo trabalhar com ditado de números no 6° ano, que deve ser escrito por extenso e vejo a dificuldade que os alunos têm em escrever...

Depoimento de Viviane Paes Joaquim:
Todos os depoimentos falam sobre a importância da leitura e da escrita e, todos nós, conhecemos bem esta importância!
 A leitura enriquece, cria fantasias e nos faz "viajar"! Traz conhecimento e muitas vezes nos colocamos no lugar dos personagens!
 Quando adolescente, adorava livros de romance! Sempre tinha uma bela mulher e me imaginava no lugar dela...rs  Hoje, ainda gosto de ler romances, porém, sei que é apenas uma estória ou história e que não faço parte dela, mas sei que tenho a minha própria história!
 Eu conheço uma senhora, que não teve a oportunidade de aprender a ler e escrever na idade certa. Muitos anos passaram e ela decidiu que queria fazer isso: ler e escrever. Se matriculou em uma escola e lá foi ela! Demorou um pouco, mas conseguiu atingir seu objetivo! A felicidade é clara em seu rosto, em seus olhos!
 Marilena Chauí disse em seu depoimento que "o livro abre portas para mundos novos, ideias e sentimentos novos, descobertas sobre nós mesmos, os outros e a realidade". Penso como ela! E não posso deixar de comentar sobre a escrita, que também é fundamental!
Este trecho do depoimento do autor Nilson José Machado também me chamou a atenção! Ler é fundamental, porém a escrita não pode ser "esquecida", pois é essencial!
Antes da tecnologia, o aluno precisa saber escrever e nós sabemos, e até podemos observar pelo facebook, por exemplo, que muitos deles não escrevem direito!
E hoje estamos todos aqui querendo ensinar tudo aquilo que vivemos, aprendemos e sabemos! Sem falar nas dificuldades...
Os meus pais não são estudados também, porém meu pai sempre cobrou muito de mim e minha irmã que estudássemos! Ele dizia na época: "Filho de 'burro' tem que ser doutor!" E hoje ele tem orgulho de nós duas!
Confesso que, na época de escola, ler nunca foi meu forte, principalmente os livros de literatura... Li os livros "Senhora", "Dom Casmurro", "O cortiço", “Memórias póstumas de Brás Cubas", entre outros, e achava a leitura difícil. Hoje, agradeço aos meus professores por terem cobrado isso de mim! Com certeza essas leituras enriqueceram meu conhecimento e o meu vocabulário também, tanto na escrita quanto na leitura!
Nem nós, professores, sabemos tudo! Porém, temos consciência que devemos "correr atrás" para nos informar! Sempre!
Muitos levam para a sala de aula e os professores, principalmente de Língua Portuguesa, devem ter muito trabalho ao corrigir uma redação, por exemplo.
Eles usam abreviações e siglas que mais tarde, quando forem trabalhar, não serão adequadas para a comunicação, seja interna ou externa...
Seria muito bom se os nossos alunos lessem por si só! Muitos acham que ler é perder tempo!
Hoje, percebo que EU deveria ter lido mais!
Eu sempre tento convencer os alunos a mudar! Mesmo dando aulas para sexta série e ainda muitos não pensarem em trabalhar, sempre falo da importância do estudo!
Nós sabemos que não é fácil trabalhar e estudar... Muitas vezes o salário dá apenas para pagar a mensalidade da faculdade, mas nós VENCEMOS e isso é muito gratificante para nós e nossos pais! E tento mostrar isso para os nossos alunos!
Os alunos têm todo o material que precisam e muitos deles não dão valor!



Educação Matemática da Teoria à Prática

É um livro que eu recomendo.
Nos primeiros capítulos, o autor faz considerações de caráter geral, abordando aspectos da cognição, da natureza da matemática e questões teóricas da educação. Em seguida, discute temas mais diretamente ligados à sala de aula e às inovações na prática docente, propondo reflexões sobre a matemática.
"Ubiratan D`Ambrosio"

Fernando Bonassi

Alguns livros nos marcam tanto que ficam para sempre guardados em nosso espírito. De cada um deles restam uma impressão e uma memória.
Veja o que escreveu o jornalista Fernando Bonassi sobre o assunto.
Mas... com quantos livros se faz uma pessoa?
Livros de tabuada pra conta calculada. Livros de auto-ajuda praquilo que não muda. Livros de lazer pra quem tem muito o que fazer. Livros de direito pra homens de respeito. Livro de reza quando a coisa pesa. Livros em liquidação para leitores sem condição. Livros de oratória, livros de ortografia, livros de culinária, livros de psicologia.  Livros de etiqueta pra pôr a mesa. Livros sádicos. Livros trágicos. Livros míticos. Livros pro alimento do espírito e dos editores. Livros pra vaidade dos escritores. Livros especiais. Livros espaciais. Livros de colecionadores. Livros de informática são livros de computador. Livros de condolências são livros cheios de dor. Livros ensinam a ler.

As batalhas do castelo

Eu já li e adorei o livro "As batalhas do castelo" de Domingos Pellegrini, Editora Moderna. O resumo do livro fala assim:
"Gente que tinha tudo para se render, mas preferiu lutar! Nesta fábula da liberdade e da confiança, o autor mostra que, aqui e agora, ou num castelo da Idade Média, nossos problemas, nossos fantasmas, continuam os mesmos: amar e ser amado, lutar ou ser vencido, perdoar ou sofrer, gostar do que se faz e fazer o que se gosta, aventurar-se ou se conformar, resistir ou se render."
Conta a história, de uma maneira simples e divertida, de um grupo de pessoas marginalizadas, excluídas da sociedade, que vão morar num castelo que ninguém queria. Depois de muitas dificuldades, eles criam uma sociedade perfeita. Uma linguagem muito sensível, de amor e tolerância. 

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Paulo Freire

''Ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua própria produção ou a sua construção.''Paulo Freire

terça-feira, 4 de junho de 2013

Julieta Imortal

"– Mas como isso pôde acontecer? Achei que almas gêmeas eram raras. Achei que cada alma tivesse apenas um parceiro ideal e...

– O amor não é um acidente isolado, Julieta. O amor está em qualquer lugar. Sempre esteve. Você apenas precisa escolher a luz ao invés da escuridão, o sol ao invés da chuva."

livro Julieta Imortal

Link "Matemática em toda parte"

Olá, Pessoal.

Achei interessante o conteúdo deste link. Portanto, vou compartilhá-lo com vocês.

Espero que gostem!


Estes dvds também tem disponíveis na escola. São 12 episódios. Abraços.

Boas Vindas

Esse blog faz parte do curso Melhor Gestão, Melhor Ensino: turma 54 grupo 5. Bem vindo!
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